8 milhões de moradores do campo têm acesso a livros pelo Arca das Letras

leituraProposta de pequenas bibliotecas que vão até as pessoas foi implantada primeiramente na gestão de Cristovam Buarque no Governo do Distrito Federal, em 1996, quando se chamava MALA DO LIVRO. Naquele momento, a Mala do Livro se integrou com uma série de ideias de Crsitovam Buarque, que tinham na Bolsa Escola seu eixo articulador. Veja, na matéria do jornal Em Questão (do governo federal) como o projeto ganhou corpo e agora atende milhões de pessoas em todo o país. (Jornal Educacionista)


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Aproximadamente 1,5 milhão de famílias moradoras do campo têm hoje acesso à leitura pelo Arca das Letras, programa de bibliotecas rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). O Arca das Letras instalou, em média, três bibliotecas por dia em áreas rurais do País e, somente em 2011, foram mais de 800 no total. Desde 2003, são 8,8 mil bibliotecas implantadas em mais de 3,2 mil municípios, e 17,5 mil agentes de leitura capacitados, o que beneficiou cerca de oito milhões de pessoas em todo o Brasil. Em 2012, o MDA quer estender o programa para todas as famílias em situação de pobreza extrema no Brasil.

O objetivo do programa é incentivar a leitura no meio rural em localidades como assentamentos da reforma agrária, associações de crédito fundiário, colônias de pescadores, comunidades ribeirinhas, quilombolas, indígenas e de agricultura familiar. A maior parte dos leitores são crianças e jovens, que chegam a representar mais de 70% dos frequentadores das bibliotecas. O atendimento do programa é prioritário nas comunidades em situação de pobreza, a maioria concentrada nas regiões Norte e Nordeste do País.

O modelo do Arca das Letras foi importado por Cuba, Timor Leste e Moçambique, onde as bibliotecas também foram implantadas em comunidades rurais. A metodologia também foi compartilhada com o governo da Colômbia.

Funcionamento

Antes da implantação das bibliotecas, a comunidade define em reuniões de consulta comunitária como será o acervo, função social, educacional e cultural, e se organiza para receber a biblioteca.

Os livros são obtidos por meio de doações feitas pela população, pelas editoras e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) do Ministério da Educação (MEC). Campanhas realizadas em escolas, bibliotecas, shoppings, postos de combustíveis, agências bancárias do Banco do Brasil (BB) e do Banco do Nordeste (BNB), feiras do livro e feiras da agricultura familiar contribuem para o fortalecimento da iniciativa.

Investimento

Nos próximos meses, estão previstas ações do programa Arca das Letras em mais 100 comunidades rurais e dez colônias de pescadores, onde serão implantadas bibliotecas e formados 220 agentes de leitura. Por ano, são investidos R$ 350 mil, que são utilizados para compra de material de consumo técnico, na divulgação comunitária das bibliotecas e também para a realização de encontros para a troca de experiências com agentes de leitura.

Como Participar

A solicitação para fazer parte do programa pode ser feita pela internet em:

Informações também pelo telefone: (61) 2020-0201.

Para fazer doação, escreva para: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

FONTE - Em Questão (Governo Federal)


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Nós podemos ….

Estamos passando por um momento especial da história brasileira. Temos condições de mudar o futuro. Podemos escolher agora qual a direção que vamos tomar.  O Brasil poderá ser só um pouquinho melhor do que é hoje ou poderá ser um país desenvolvido, com justiça social e grande produtor de conhecimento. Podemos escolher entre seguir melhorando aos pouquinhos em várias áreas e piorando em outras (violência, meio ambiente). Podemos continuar a ser um país dos mais desiguais do mundo, ou um país onde todas as pessoas tenham condições de desfrutar da riqueza gerada por todos. É hora de investir em educação. Não um pouquinho. Nada de gambiarra. Precisamos superar os conservadorismos e corporativismos. É hora de uma revolução na educação. Hora de uma mobilização nacional efetiva e responsável. A juventude precisa se encantar com o magistério, com as escolas sendo centros de cultura e tecnologia. O Brasil somente será um país de oportunidades se a educação for o caminho do desenvolvimento. É por isso que precisamos de uma Revolução na Educação.

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