Opinião

Cristovam lembra os 57 anos da morte de Getúlio Vargas

Agência Senado

Em pronunciamento nesta quarta-feira (24), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lembrou o suicídio do presidente Getúlio Vargas, ocorrido há 57 anos. Ele disse que o acontecimento histórico, que chocou o país inteiro, também foi um marco em sua vida.

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Cristovam Buarque critica governo por impedir aprovação de mudanças no Bolsa Família

Agência Senado

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lamentou em Plenário nesta quarta-feira (10) a orientação dada pelo Ministério da Educação aos deputados da base aliada para não votar, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei do Senado 449/2007, que condiciona o recebimento do Bolsa Família à participação dos pais em reuniões da escola onde os filhos estão matriculados.

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[senador Cristovam Buarque ]

Cristovam defende educação e conscientização contra o machismo desde os primeiros anos escolares

 

Mesmo reconhecendo a importância e os resultados práticos positivos da Lei Maria da Penha, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou que não basta uma norma legal para por fim à violência contra as mulheres.

Para ele, o Brasil precisa implantar a educação e a conscientização contra o machismo desde os primeiros anos escolares.

- É inacreditável que, em pleno século 21, ainda aconteçam manifestações de violência contra as mulheres - afirmou.

Cristovam lembrou sua campanha eleitoral para governador do Distrito Federal em 1994 quando, em visita a potenciais eleitores, ouvia inúmeros relatos de violência doméstica, e não só de maridos e companheiros, mas também de irmãos, filhos e netos.

- Essa violência tem de parar. E aí entra a necessidade de se investir na educação das nossas crianças, sobretudo dos meninos, contra o machismo - disse.  

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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[senador Cristovam Buarque (PDT-DF)]

Cristovam Buarque defende investimento em inovação tecnológica

 


 

Fortes investimentos em inovação tecnológica, como forma de assegurar a continuidade do crescimento da economia brasileira, foram defendidos pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF) em Plenário nesta terça-feira (5). O senador afirmou que a economia do país está bem atualmente, mas, daqui para frente, para conseguirmos uma economia sólida, será preciso investir em educação e inovação.

- Os outros países, que hoje são desenvolvidos, fizeram isso a partir do final do século 19 e ao longo do século 20. Outros países fizeram isso recentemente como Cingapura, Coréia, o próprio Japão [com um processo] que é um pouco mais antigo, Índia, Finlândia, China. São países que fizeram suas revoluções científicas e tecnológicas e hoje começam a exportar produtos. O melhor exemplo é a Coréia. Nós compramos eletrodomésticos coreanos, mas não montados na Coréia, inventados na Coréia. Pois bem, o Brasil precisa dar o salto para se transformar em um produtor de bens com alto conteúdo de inteligência. E aí precisamos tomar decisões que não estamos vendo -, afirmou o senador.

Cristovam ressaltou que o primeiro passo para esta mudança é uma "revolução na educação". O senador citou como exemplo os aviões da Embraer, que hoje orgulham a população brasileira ao serem exportados para outros países e que seriam frutos "secundários" do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), escola que acabou conseguindo criar relações próximas entre a faculdade e o setor produtivo.

Para o senador, é preciso dar ênfase ao ensino na universidade, mudando o ensino e o perfil dos alunos, para que comecem a trabalhar nas áreas da engenharia, e criando novos institutos tecnológicos como o ITA, direcionados a setores de energia, biotecnologia, inteligência artificial, nanotecnologia, genética, desenvolvimento sustentável, telecomunicações, entre outros.

- Claro que eles não vão dar resultado imediatamente, mas ao longo do tempo. E alguns perguntam quanto custa isso? Esses R$ 4,5 bilhões, que se fala de apoiar a fusão do varejo, permitiria financiar sete grandes centros do tipo ITA em dez anos. Tempo suficiente para eles atravessarem o período de nascimento, de puberdade institucional e se transformarem em grandes centros de formação de ciência e tecnologia - argumentou o senador.

Cristovam Buarque afirmou ainda que isso só não é suficiente. É preciso também fortalecer a pesquisa, avançar nos campos de importância estratégia e, principalmente, criar uma política salarial que permita aos "cérebros" do país se dedicar a atividades no setor de ciência e tecnologia. O senador usou como exemplo da falta de estímulo para pesquisa o caso de um jovem que concluiu o doutorado em nanotecnologia na Bélgica e vai deixar de lado o que estudou para prestar concurso para a Polícia Civil e a Polícia Federal.

- Se não resolvermos o problema da educação, da universidade e do produto dela, dos grandes centros de ciência e tecnologia ligados à indústria e da política salarial beneficiando e atraindo os melhores cérebros para essas áreas, este país vai provar, o que lamentaremos muito, que a economia hoje está bem mas já ia muito mal - ponderou o senador.

Clique aqui e leia na íntegra o discurso do senador Cristovam

Da Redação / Agência Senado
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[senador Cristovam Buarque (PDT-DF) ]

Para Cristovam, Itamar Franco ajudou o Brasil a recuperar autoestima

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) afirmou nesta segunda-feira (4), em Plenário, que Itamar Franco, depois de assumir a Presidência da República, ajudou os brasileiros a recuperarem a autoestima.

 

- Ele deixou a marca do presidente que pegou o Brasil lá embaixo, depois de termos feito o impeachment, e, pelo seu comportamento durante dois anos e meio, trouxe a nossa autoestima de volta - afirmou.

Cristovam Buarque disse que Itamar era um político que tinha valores, ideias e atitudes, "qualidades difíceis de encontrar na mesma pessoa". O senador acrescentou que Itamar era ético, nacionalista, honesto e íntegro no exercício dos cargos que ocupou.

Cristovam lembrou ainda que foi Itamar, na Presidência da República, quem lançou, ao lado do sociólogo Betinho, uma campanha nacional de luta contra a pobreza.

Clique aqui e leia na íntegra o discurso do senador.

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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Nós podemos ….

Estamos passando por um momento especial da história brasileira. Temos condições de mudar o futuro. Podemos escolher agora qual a direção que vamos tomar.  O Brasil poderá ser só um pouquinho melhor do que é hoje ou poderá ser um país desenvolvido, com justiça social e grande produtor de conhecimento. Podemos escolher entre seguir melhorando aos pouquinhos em várias áreas e piorando em outras (violência, meio ambiente). Podemos continuar a ser um país dos mais desiguais do mundo, ou um país onde todas as pessoas tenham condições de desfrutar da riqueza gerada por todos. É hora de investir em educação. Não um pouquinho. Nada de gambiarra. Precisamos superar os conservadorismos e corporativismos. É hora de uma revolução na educação. Hora de uma mobilização nacional efetiva e responsável. A juventude precisa se encantar com o magistério, com as escolas sendo centros de cultura e tecnologia. O Brasil somente será um país de oportunidades se a educação for o caminho do desenvolvimento. É por isso que precisamos de uma Revolução na Educação.

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